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A ORIGEM E A RELEVÂNCIA DA ESCOLA PARA VIDA

A ORIGEM E A RELEVÂNCIA DA ESCOLA PARA VIDA

A história da ESCOLA PARA VIDA tem tudo a ver com o que descobri ao longo da minha trajetória profissional, como médico observador atento da realidade e do sofrimento humano.

Se como eu, você não quer ver os seus filhos, netos e descendentes, nem nenhum outro ser humano sofrendo, pelo contrário, deseja que eles sejam saudáveis, produtivos, bem sucedidos, felizes e sustentáveis, leia até o final e compartilhe.

Um ideal se torna realidade na medida em que outras pessoas têm o mesmo ideal.

Ou você é parte da solução, ou do problema. O mal prosperou porque as pessoas de bem se omitiram.

Essa é a hora de nos posicionarmos, de nos unirmos se pretendemos inibir o crescimento do CAOS.

Meu nome é Paulo Pegado.


MOTIVAÇÃO PARA SER MÉDICO

Escolhi estudar medicina porque meu pai, meu tio (seu irmão mais jovem) e meu avô paterno morreram subitamente, ainda jovens.

Era preciso compreender as razões daquelas mortes tão prematuras. Perdas desse tipo são devastadoras para as famílias.


QUESTÕES IMPORTANTES PRECISAVAM SER RESPONDIDAS

Era indispensável encontrar respostas para muitas perguntas, incluindo as seguintes:

  1. Por que algumas pessoas adoecem e morrem precocemente enquanto outras vivem mais de 100 anos?
  2. Em essência, o que diferencia as pessoas sadias das doentes? Quais são os limites entre sanidade e doença? O que é saúde e sanidade?
  3. Como medir, gerir e desenvolver a saúde?
  4. Quantos fatores de risco para a saúde existem, além dos 10 conhecidos pela medicina (herança genética, alimentação inadequada, sedentarismo, estresse, tabagismo, alcoolismo, diabetes, excesso de gorduras no sangue, hipertensão arterial e obesidade)?
  5. Quais são esses outros fatores de risco?
  6. Afinal, o que é e como evitar o estresse?
  7. Qual a melhor estratégia para promoção da saúde e prevenção das doenças?
  8. Entre todos os fatores de risco para a saúde, qual o mais nocivo e por que?
  9. Por que não basta saber o que fazer para cuidar da saúde?
  10. Qual a causa básica do sofrimento do ser humano?
  11. Quais as relações existentes entre EDUCAÇÃO e SAÚDE?
  12. Por que ao longo dos últimos 50 anos aumentou a incidência de alienação mental, ansiedade, estresse, depressão, suicídio e doenças crônicodegenerativas como o Mal de Alzheimer em pessoas não tão idosas?
  13. De que modo a dimensão espiritual da vida tem a ver com o a saúde?

 

O VÍCIO DE TRATAR EFEITOS E NÃO SUAS CAUSAS

O curso de Medicina que concluí em 1975 na U.F.F. – Universidade Federal Fluminense, foi excelente, mas o seu foco de atenção principal era formar médicos capazes de fazer diagnósticos e tratamentos adequados para os mais diversos tipos de doenças e não a sua prevenção, nem a promoção a saúde “lato sensu”.

Nos dois últimos anos da faculdade, por conta do meu interesse de estudar e pesquisar sobre prevenção e promoção da saúde, me envolvi bastante nas atividades do Centro de Pesquisas e Prevenção de Doenças Cardiovasculares da Fundação das Pioneiras Sociais, criado e dirigido pelo Dr. Ney Machado, um dos nossos professores de Cardiologia da U.F.F.

Como meu desempenho nesse período foi satisfatório, no final do internato do curso médico fui convidado a seguir carreira universitária na área de Cardiologia. Fiz outros cursos de pós-graduação, continuei estudando até hoje, pelo menos 2 horas diárias, li mais de 6 mil livros de diversas áreas do conhecimento, tenho 4 livros publicados, sendo um pelo Ministério da Saúde, mas não segui carreira universitária em Cardiologia.


POR QUE NÃO?

Declinei daquele convite inicial, porque não pretendia viver profissionalmente da medicina da doença e na época, não existia no Brasil nenhum serviço de referência, fosse universitário ou privado, que fosse focado e capaz de me ensinar o tipo de medicina da saúde que eu pretendia praticar.

Naquela época, a melhor referência mundial na prática da Medicina da Saúde nos EUA, era o Dr. Kenneth H. Cooper, que criou e dirigia uma Clínica de Medicina Preventiva, uma grande academia de Condicionamento Físico e um Instituto de Pesquisas. Ele utilizava o incentivo e a orientação para a prática de exercícios aeróbicos como instrumento de promoção da saúde e prevenção de doenças, associado à prática da nutrição saudável.

Em 1972 o Dr. Kenneth Cooper veio ao Rio de Janeiro para ser homenageado pelo Capitão Claudio Coutinho, técnico da Seleção Brasileira de Futebol vencedora da Copa do Mundo de 1970, por conta da inestimável contribuição do Método Cooper de treinamento aeróbico na elevação do nível de aptidão física dos jogadores.

Conforme programado na sua agenda, ele fez uma palestra no Centro de Pesquisas e Promoção da Saúde das Pioneiras Sociais, onde eu estagiava como estudante. Foi assim que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Dr. Kenneth Cooper e compartilhar o semelhante ideal de praticar a Medicina da Saúde. Sensibilizado, ele me convidou a estagiar no seu serviço em Dallas, logo que eu completasse o curso de medicina.

Quando fui visitar o Dr. Cooper em Dallas, fiquei impressionado com a visão de um sonho que foi realizado. Estagiei no seu serviço e tive a oportunidade de conhecer em detalhes as estratégias, o método e os resultados do trabalho que ele realizava com sucesso no seu “AEROBIC CENTER”.

O Dr. Cooper e dois professores de Cardiologia da U.F.F., Profs. Ney Machado e Raul Carlos Pareto, tiveram papéis muito importante na minha vida profissional; os dois últimos me ensinando Cardiologia e os dois primeiros, me inspirando, orientando, incentivando e apoiando no caminho da Medicina Preventiva e da Promoção da Saúde.


A QUEM INTERESSA A MEDICINA DA SAÚDE?

Com exceção das operadoras de planos de saúde que faturam com as pessoas saudáveis e sofrem perdas econômicas pagando tratamentos de doenças e acidentes daqueles que não cuidam bem da saúde, os grupos econômicos, que vivem da produção de equipamentos médicos e insumos diagnósticos; que importam, produzem e comercializam medicamentos, órteses, próteses; que exploram os serviços de assistência médica ambulatorial e hospitalar; que têm bancadas lobistas no governo, que nomeiam os Ministros da Saúde, Reitores e Chefes de Serviços das Universidades, que por sua vez, ensinam os médicos a também viverem da medicina da doença, são os que, direta ou indiretamente, patrocinam as pesquisas científicas e os congressos médicos.

Por razões políticas e econômicas óbvias, é difícil acreditar que quem vive da doença possa verdadeiramente se interessar na prevenção das doenças e na promoção da saúde. Uma das evidências inequívocas do poder de lobby desses interesses políticos e econômicos, foi a extinção precoce daquele Centro de Pesquisas em Prevenção, pelo mesmo governo que inicialmente apoiou a sua criação.

Eu conhecia de perto as pressões e a oposição que aquela instituição sofria, porque trabalhava não apenas em prol da prevenção e promoção da saúde, mas gratuitamente, contrariando interesses econômicos poderosos. O fato do Centro de Pesquisas e Prevenção fazer muito sucesso e sua taxa de novos clientes aumentar mês a mês assustava os adversários da Medicina da Saúde.

Eu conhecia bem os bastidores da oposição sofrida, porque fiz uma carreira bem-sucedida nesta instituição que foi inaugurada em 1972, quando fui admitido como acadêmico estagiário e extinta em 1979, quando eu ocupava o cargo de Superintendente Geral, conhecendo de perto os movimentos políticos que motivaram a sua injusta extinção, apesar de ser uma instituição de utilidade pública, bem gerida e sucedida em todas as dimensões, com resultados excelentes.


SEM OUTRAS OPÇÕES DE ESCOLHA

Como não me restava outra opção, parti para a iniciativa privada de criar uma Clínica de Medicina da Saúde. O fato de o Dr. Kenneth Cooper conhecer a legitimidade, a integridade e a evolução dos resultados do nosso trabalho, foi fundamental para a conquista do seu incentivo e apoio.

Além de não ter demandado nenhuma participação financeira, nem societária, o Dr. Cooper nos concedeu o status de seu representante exclusivo no Brasil. Não bastasse isso, esteve pessoalmente na inauguração da Clínica. E foi desse modo que conseguimos dar continuidade aos estudos e pesquisas em prevenção das doenças e promoção da saúde.

Em 1979, utilizando recursos próprios, que na época, eram suficientes para adquirir dois imóveis novos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, investi na implantação da clínica.

Para poder dar continuidade às pesquisas, investi o equivalente a um automóvel 0 Km na aquisição de um computador desktop importado, recém-criado nos EUA.

Tive que aprender análise e programação em linguagem “BASIC” para desenvolver um sistema de processamento e armazenamento de informações em banco de dados computacionais, numa época em que o Bill Gates ainda não tinha incorporado o sistema operacional “DOS” à Microsoft.

Naquela época, por ser absolutamente inovador um médico usar computador com prontuário eletrônico para promover a Medicina da Saúde, esse fato foi objeto de matéria de destaque na revista VEJA.

Esse sistema posteriormente foi aperfeiçoado por profissionais da área de T.I., daí a quantidade de dados e conhecimentos acumulados em banco de dados próprio, ao longo dos últimos 39 anos.

Fiz muitas palestras gratuitas em escolas, empresas e clubes de serviços para promover o ideal da Medicina da Saúde e apresentar os serviços da nossa clínica, junto com os excelentes resultados alcançados nos 7 anos de acompanhamento da evolução favorável do perfil de qualidade de vida e redução do risco de adoecer dos clientes do Programa de Prevenção e Reabilitação Cardíaca do extinto Centro de Pesquisas, que tive oportunidade de dirigir e o privilégio de acompanhar.

A partir de 1980 empresas de grande porte começaram a contratar o nosso PROGRAMA VIVER MELHOR. Conquistamos mais de 90 clientes corporativos de grande porte. Nos últimos 44 anos de carreira, mais de 170 mil pessoas se beneficiaram desse programa de MEDICINA DA SAÚDE.


OS BENEFÍCIOS DE UMA ESCOLHA ACERTADA

Imagine o quanto aprendi analisando e estudando tudo que podia a respeito dessa quantidade e diversidade de clientes, com total liberdade, sem burocracias, ou necessidade de autorização formal de um superior hierárquico para pesquisar, além da concedida pelos próprios clientes.

Quando precisei de orientações específicas, contratei consultores especialistas e pronto, a vida e o trabalho seguiram sem embaraços políticos.


SOBRE O QUE ESTUDEI E PESQUISEI

De acordo com o protocolo de pesquisas da eficácia do PROGRAMA VIVER MELHOR do nosso serviço de MEDICINA DA SAÚDE, o processo de atendimento começa com os clientes respondendo um questionário de avaliação do seu perfil de vida e risco de adoecer, totalmente parametrizado e informatizado, que a cada 6 a 12 meses é novamente respondido, para controle da sua evolução e dos resultados do programa.

Como o preenchimento deste questionário de perfil epidemiológico os clientes fornecem informações que nos permitem analisar em detalhes a evolução de suas histórias, hábitos de vida e a incidência dos diversos fatores de risco para doenças.

Os clientes sempre confiaram na nossa integridade e respeito à confidencialidade das informações que forneciam. Respondiam sobre o seu perfil de educação, formação e crenças, seu perfil sócio econômico, sobre o perfil da sua família, seus ascendentes, sobre o perfil de saúde do seu cônjuge e descendentes, sobre a sua atividade profissional, seus hábitos alimentares, seu perfil de atividade física, sobre a qualidade do seu sono, repouso e lazer, seus hobbies, vícios, conflitos, seus desafios familiares e profissionais, suas escolhas e respectivas consequências, tanto das decisões acertadas, quanto das equivocadas, suas causas de estresse, seus problemas de saúde e como lidavam com eles e viviam suas vidas.

Assim constituímos um banco de dados, informações e conhecimentos sobre qualidade de vida e estresse, muito amplo, rico e incomparável. Dispondo desse recurso de valor inestimável, acabei me diferenciando como médico e me transformando em analista de “scripts” de vida, tudo isso, para obter respostas para aquelas perguntas iniciais e alcançar o objetivo de promover a saúde “lato sensu”.

Foi a partir desses estudos e pesquisas próprias, que nos pareceram incontestáveis as relações da qualidade da educação, do ensino e do aprendizado, com a qualidade das escolhas, do estresse, da saúde, da produtividade e da longevidade das pessoas.


ESTUDOS CIENTÍFICOS?

Apesar de óbvias essas inter-relações, caberia elas serem avaliadas, pesquisadas, estudadas, testadas e medidas com todo o rigor metodológico científico, antes de validadas. E isso foi feito, com base na cuidadosa observação clínica empírica, no dia-a-dia da prática de consultoria individual e corporativa, ao longo dos últimos 44 anos, com resultados medidos também pelos clientes corporativos, sem os quais o nosso trabalho de consultoria e desenvolvimento do programa VIVER MELHOR seria interrompido, não fossem absolutamente satisfatórios seus resultados.


JUSTIFICATIVAS PARA CRIAÇÃO DA ESCOLA PARA VIDA

Como a partir dos nossos estudos e pesquisas, encontramos respostas não apenas para aquelas perguntas iniciais, mas para muitas outras que apresentaremos a seu tempo;

Como observamos que quando um conjunto de determinadas competências essenciais não são suficientemente desenvolvidas ao longo da vida, a pessoa fica mais vulnerável a fazer escolhas erradas.

Como escolhas equivocadas sempre geram consequências que produzem estresse e sofrimento que podem ser tornar crônicos;

Como observamos que além de envelhecerem e morrerem prematuramente, as pessoas submetidas a estresse crônico têm um baixo padrão de qualidade de vida, baixa produtividade e maior risco de desenvolverem uma série de doenças degenerativas que elevam os custos e preços dos planos de “saúde”;

Como os alienados mentais e insensatos se reproduzem muito mais que os insensatos;

Como a incidência da alienação mental, da insensatez, da violência, da ansiedade, do uso de drogas, do  estresse crônico, da depressão, do suicídio, e das doenças crônico degererativas vem aumentando significativamente, sem qualquer iniciativa capaz de conter esse crescimento, que é tão nocivo;

Como além de vários outros fatores de risco para a saúde, descobrimos as variáveis críticas que diminuem o estresse, promovem a qualidade de vida, a produtividade e diminuem o risco de desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas e mortes prematuras;

Como de um modo geral os processos de EDUCAÇÃO FAMILIAR, ENSINO ESCOLAR, e TREINAMENTO CORPORATIVO não têm conseguido orientar o desenvolvimento daquelas competências essenciais ao enfrentamento e superação dos desafios que a vida impõe no dia-a-dia de todos nós;

Como nos últimos 35 anos estudei sobre métodos de EDUCAÇÃO, ENSINO e APRENDIZADO por conta do maior desafio da prática da MEDICINA DA SAÚDE ser a sensibilização dos clientes no sentido de mudarem seus hábitos de vida, de passarem a estudar para desenvolverem a sua QUALIDADE PESSOAL em todas as dimensões e adquirirem aquelas competências essenciais para enfrentamento e superação dos desafios do seu dia a dia;

Como aprendi a viver “nadando contra a correnteza”, lidando com toda espécie de objeções originárias de pessoas e instituições, que equivocadamente resistem ao óbvio e ao que é verdadeiro e correto, que mais cedo ou mais tarde, acaba se impondo como necessário;


ASSIM RESOLVI EMPREENDER A ESCOLA PARA VIDA

A partir da consolidação dessa experiência de mais de 40 anos de prática da MEDICINA DA SAÚDE, com a qual ficou absolutamente evidente que a QUALIDADE DA EDUCAÇÃO É CAUSA INQUESTIONÁVEL DA SAÚDE, que emergiu a intenção de criar a ESCOLA PARA VIDA.

Movido pela gratidão à Deus pelo privilégio de ter uma carreira bem sucedida; por ter superado todos os obstáculos decorrentes da escolha disruptiva de ajudar a promover a MEDICINA DA SAÚDE no Brasil; Como observador atento, indignado dos resultados nefastos da deterioração da qualidade da educação sobre a saúde do povo brasileiro; com o desejo legítimo de contribuir, compartilhando de forma estruturada, tudo o que aprendi ao longo dos últimos 68 anos de vida e 44 anos de medicina, sobre as variáveis críticas e competências essenciais que compõem e diferenciam a QUALIDADE PESSOAL, resolvi empreender uma ESCOLA PARA VIDA, cujo relevante conteúdo poderá ser acessado via internet;


A MISSÃO DA ESCOLA PARA VIDA

Com o objetivo social de complementar a EDUCAÇÃO FAMILIAR, o ENSINO ESCOLAR e o TREINAMENTO CORPORATIVO, a missão da ESCOLA PARA VIDA é promover o desenvolvimento da QUALIDADE PESSOAL em todas as suas dimensões, orientando o processo de aquisição das competências essenciais, que preparam os indivíduos para lidarem satisfatoriamente com os desafios da vida.

 

UMA ESCOLA PARA TE SERVIR, COMPROMISSADA COM A VERDADE E A CORREÇÃO

Uma ESCOLA PARA VIDA capaz de ajudar a complementar a educação familiar, o ensino escolar e o treinamento corporativo, para com a máxima sinergia, ser possível formar seres humanos íntegros, saudáveis e produtivos, o máximo possível evoluídos.

Uma ESCOLA PARA VIDA relevante e aberta a todos os interessados em compartilhar conteúdos capazes de melhorar a qualidade de vida, promovendo lucidez e sabedoria;

Uma ESCOLA PARA VIDA capaz de preparar as pessoas para fazerem escolhas mais sensatas ao longo da sua vida, para que acertem mais e errem menos, pois só assim, sofrerão menos e viverão melhor;

Uma ESCOLA PARA VIDA capaz de servir a todos: alunos, professores, líderes e empresários, capaz de melhorar a vida e o desempenho das famílias, escolas, empresas e demais instituições;

Uma ESCOLA PARA VIDA que tem por fundamento o respeito e a conservação dos valores civilizatórios universais e eternos, valores que são demandados desde sempre, por todos, em todos os cantos do planeta, como:

  1. Deus e as referências de eternidade, ciência, poder e perfeição
  2. A fé e da santidade;
  3. A vida;
  4. A sabedoria;
  5. A criação, o meio ambiente;
  6. A educação e o ensino de qualidade;
  7. A verdade;
  8. A saúde “lato sensu” (espiritual, mental, física, social, ocupacional, econômica….);
  9. O amor e a capacidade de Amar;
  10. A família (capaz de se reproduzir);
  11. A amizade, o compromisso, a confiança e a cooperação;
  12. O trabalho (conforme concebido originalmente);
  13. A produtividade;
  14. A criatividade e a inovação;
  15. A qualidade (da vida, dos pensamentos, dos alimentos, dos serviços, dos produtos…);
  16. A ética, a justiça e a responsabilidade,
  17. A justa retribuição pelo trabalho de qualidade
  18. A economia de recursos e a Previdência
  19. A paz, a tranquilidade
  20. A sustentabilidade “lato sensu”
  21. O contetamento / satisfação, a alegria, a felicidade

 

Uma ESCOLA PARA VIDA que se propõe a ensinar como é possível existir dignamente, viver plenamente, conviver produtivamente, amar, servir, cuidar e gerir todos os recursos disponíveis como um verdadeiro SER humano e não como um ANIMAL primitivo, que tem potencial de se tornar racional, porque pode pensar, mas escolhe irracionalmente e vive, convive e utiliza os recursos que dispõe de modo insnesato e insustentável.

Enfim, UMA ESCOLA PARA VIDA capaz de ajudar as familias, as escolas, as empresas privadas e as instituições públicas a formarem cultivadores e cuidadores, livres pensadores, pesquisadores, cientistas, professores, líderes e profissionais, que além de tecnicamente competentes e atualizados, sejam seres humanos éticos e lúcidos, conscientes dos seus deveres e responsabilidades;

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